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Cogna aprova pagamento de dividendos: confira condições

Cogna aprova pagamento de dividendos: confira condições

O montante total a ser pago será de R$ 28,5 milhões, o equivalente a R$ 0,01425813933 por ação ordinária

A Cogna (COGN3) aprovou, em assembleia geral ordinária (AGO), a distribuição de dividendos mínimos obrigatórios referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. O montante total a ser pago será de R$ 28,5 milhões, o equivalente a R$ 0,01425813933 por ação ordinária.

Os dividendos serão pagos em parcela única no dia 29 de maio de 2026, sem a incidência de atualização monetária ou juros. Terão direito ao recebimento os acionistas com posição na companhia ao final do dia 27 de abril de 2026. A partir de 28 de abril, as ações passam a ser negociadas na condição “ex-dividendos”.

Procedimentos de crédito

O pagamento será realizado diretamente aos acionistas com base nas informações cadastrais mantidas junto à Itaú Corretora de Valores, responsável pela escrituração das ações da companhia.

Investidores com cadastro incompleto — como ausência de CPF/CNPJ ou dados bancários — deverão regularizar suas informações para viabilizar o crédito dos valores, conforme os prazos estabelecidos pela instituição.

Já os acionistas com papéis custodiados em corretoras ou outras instituições financeiras receberão os dividendos de acordo com os procedimentos adotados por essas entidades.

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Como foi o balanço

A Cogna ainda não divulgou seus dados do primeiro trimestre deste ano, mas no quarto trimestre de 2025, registrou forte retração no lucro líquido do quarto trimestre de 2025, com resultado pressionado também pelo desempenho operacional. Entre outubro e dezembro, o lucro somou R$ 220 milhões, queda de 76,2% em relação aos R$ 925,8 milhões apurados no mesmo período de 2024.

No acumulado do ano, o lucro líquido da companhia totalizou R$ 625,5 milhões, recuo de 28,9% frente aos R$ 879,9 milhões registrados no exercício anterior.

O Ebitda recorrente atingiu R$ 769,1 milhões no quarto trimestre, representando uma queda de 5,3% na comparação anual. A margem também apresentou deterioração, com recuo de 2,7 pontos percentuais, para 34,9%.

Apesar do desempenho mais fraco no trimestre, o indicador apresentou evolução no consolidado de 2025, com alta de 5,7%, alcançando R$ 2,299 bilhões.

A receita líquida da companhia avançou 1,9% no quarto trimestre, totalizando R$ 2,201 bilhões. No acumulado do ano, o crescimento foi mais consistente, com alta de 9,3%, somando R$ 7,017 bilhões.

Os números refletem um cenário de expansão de receita, mas com desafios na rentabilidade, especialmente no fim do ano, quando a pressão sobre margens e resultados se intensificou.

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