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BTG nega aquisição de ativos do BRB provenientes do Master

BTG nega aquisição de ativos do BRB provenientes do Master

O banco de investimentos prestou as informações após pedido de esclarecimentos enviado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

O banco BTG Pactual (BPAC11) negou qualquer envolvimento com a gestora Quadra Capital e negou também que estaria avaliando aquisição de ativos do BRB (BSLI3; BSLI4) provenientes do banco Master, liquidado pelo Banco Central (BC) no fim do ano passado.

O banco de investimentos prestou as informações após pedido de esclarecimentos enviado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Isto ocorreu após matéria publicada pelo jornal Correio Braziliense.

“A análise de ativos e oportunidades, bem como compra de carteiras de crédito no mercado financeiro é atividade corriqueira do BTG Pactual, alinhada à sua estratégia de geração de resultados e de valor para a companhia e seus acionistas, podendo incluir, dentre diversas outras oportunidades no mercado, ativos do Banco Regional de Brasília – BRB (“BRB”). Por definição interna, a companhia não analisa ativos do BRB provenientes do Banco Master”, diz parte do comunicado do BTG.

Por fim, o BTG esclarece que não possui qualquer relação societária com a Quadra Capital, não sendo sócio da gestora, nem cotista ou administrador de eventual fundo mencionado, e que não participa, direta ou indiretamente, da iniciativa tratada na notícia.

BTG e BRB: entenda a questão

O jornal brasiliense divulgou as informações, repercutindo dados divulgados de forma original pelo jornal O Globo, na coluna do jornalista Lauro Jardim. Na publicação, a Quadra Capital estaria interessada em adquirir uma carteira de ativos do Master pelo montante de R$ 15 bilhões.

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Há cerca de uma semana, o BRB divulgou três comunicados ao mercado nos quais contestou reportagens publicadas pela CNN Brasil, pelo Valor Econômico e pelo Metrópoles sobre operações envolvendo o Banco Master e fundos associados à Reag.

Nos esclarecimentos enviados à CVM, o banco afirmou que as matérias não retratam corretamente os fatos e classificou como precipitadas as conclusões apresentadas, ressaltando que os temas mencionados ainda estariam em análise técnica.

As manifestações foram protocoladas após o envio de ofícios pela CVM em 7 de abril, mesma data de publicação das reportagens. Nos documentos, a autarquia questionou a veracidade das informações divulgadas e solicitou esclarecimentos sobre a ausência de divulgação prévia como fato relevante, caso os pontos levantados fossem confirmados.