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Romi (ROMI3) lucra R$ 2,36 mi no 1T26, queda de 76,6%

Romi (ROMI3) lucra R$ 2,36 mi no 1T26, queda de 76,6%

Queda no lucro acompanha recuo de receita e Ebitda no trimestre, enquanto carteira de pedidos cresce e sustenta visibilidade para os próximos períodos

A Romi (ROMI3) registrou lucro líquido de R$ 2,365 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), queda de 76,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

A receita líquida somou R$ 220,971 milhões, recuo de 19,1%, enquanto o Ebitda foi de R$ 7,348 milhões, baixa de 59,7% na mesma base de comparação.

A margem Ebitda ficou em 3,3%, ante 6,7% no primeiro trimestre de 2025, enquanto a margem líquida foi de 1,1%, abaixo dos 3,7% registrados um ano antes.

Segundo a Romi, a receita operacional líquida foi impactada, principalmente, pela redução no faturamento das unidades de máquinas Romi e de fundidos e usinados. No período, o lucro operacional (Ebit) ficou negativo em R$ 9,8 milhões, refletindo a menor diluição de custos diante da queda de receita.

A margem bruta, por outro lado, apresentou leve avanço, atingindo 25,1%, alta de 0,7 ponto percentual na comparação anual, com destaque para o desempenho da subsidiária alemã Burkhardt+Weber.

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A geração operacional de caixa medida pelo Ebitda ajustado somou R$ 7,4 milhões no trimestre, com margem de 3,3%.

Balanço da Romi: caixa e carteira

A Rormi encerrou março com dívida líquida de R$ 172,2 milhões, enquanto o caixa e equivalentes totalizavam R$ 383,5 milhões.

A carteira de pedidos ao final do trimestre atingiu R$ 814,2 milhões, avanço de 8,5% em relação ao quarto trimestre de 2025.

A administração destacou que o período foi marcado por bons volumes de novos negócios e manutenção de uma carteira robusta para os próximos trimestres.

“Encerramos o primeiro trimestre de 2026 com bons volumes de novos negócios, carteira robusta para os próximos trimestres, reforçando a resiliência do nosso modelo de negócios mesmo diante de um ambiente econômico desafiador”, afirmou o diretor-presidente, Luiz Cassiano Rando Rosolen.

Segundo a companhia, o crescimento da carteira foi impulsionado principalmente pela unidade de máquinas Burkhardt+Weber, que registrou aumento de 16,1% em relação ao mesmo período de 2025, refletindo a demanda por soluções de maior complexidade.

A Romi também destacou a expansão do negócio de locação de máquinas, com 81 novos equipamentos locados no trimestre, reforçando essa frente como um dos pilares de geração de valor.

Veja abaixo os principais indicadores da Romi:

Dados do balanço do 1TRI26 da Romi

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