O HGLG11 encerrou fevereiro com resultado de R$ 49,7 milhões, valor que representa um crescimento relevante em relação aos R$ 31,8 milhões registrados em janeiro.
Parte desse desempenho foi impulsionada por um efeito não recorrente. A gestão destacou o ganho com a venda de cotas dos fundos FIIB11 e GARE11, operação que gerou impacto positivo de aproximadamente R$ 0,15 por cota.
HGLG11 realiza ajustes na carteira
A movimentação envolvendo o GARE11 fez parte de uma estratégia de reorganização do portfólio. O fundo optou por substituir ativos, incluindo outros FIIs e CRIs, que apresentavam custo médio mais elevado frente às condições atuais de mercado.
Com isso, o objetivo foi otimizar a alocação e aumentar a liquidez, sem provocar mudanças relevantes na geração recorrente de renda.
O relatório também apontou que o resultado foi influenciado por pagamentos antecipados de aluguéis realizados anteriormente por alguns inquilinos, o que afetou a comparação entre os meses.
Mesmo com esses fatores, o HGLG11 manteve a distribuição de R$ 1,10 por cota. O pagamento ocorreu em 13 de fevereiro de 2026, e a gestão reiterou a expectativa de sustentar esse patamar ao longo do primeiro semestre.






